Estudo da Deloitte, divulgado com exclusividade pela Revista Negócios PE, revela crescimento da região Nordeste em termos de remuneração, mas a produtividade não consegue acompanhar.
Por Drayton Nejaim, com colaboração do Escritório de Jornalismo e da equipe da Deloitte | Fotos de Bosco Lacerda
Realizada pela Deloitte desde 2008, a Pesquisa de Remuneração Nordeste 2013 ouviu, nesta edição, 55 organizações, sendo 25 sediadas em Pernambuco e outras 12 com filial no Estado.
O estudo aponta para um Brasil que vivencia um momento distinto quando comparado com a economia mundial nos últimos anos. De acordo com as informações analisadas, houve um aumento significativo dos salários e benefícios na Região Nordeste, mas esses dados não podem ser considerados animadores quando comparados à queda na produtividade dos setores, mesmo com altos investimentos na região.
O baixo nível de escolaridade e especialização profissional, bem como a alta taxa de analfabetismo da região - que representa 50% do número de analfabetos do Brasil - contribui diretamente para a escassez de mão de obra qualificada e para a dificuldade de contratar profissionais adequados à demanda crescente, tornando estes os principais fatores que limitam o potencial de crescimento das empresas no Nordeste.
Diante deste cenário, o meio empresarial percebeu uma necessidade urgente de reorganizar os esforços para atrair e reter talentos. "O Nordeste sempre foi um atrativo para os investimentos. Seja pelo potencial do mercado consumidor em expansão, pelo menor custo da mão de obra ou pelos incentivos fiscais. Os investimentos ocorreram e estamos em níveis técnicos próximos aos de pleno emprego, mas não houve melhoria substancial no campo da produtividade", pontua o sócio-diretor da Deloitte, Edson Cedraz.
A Região ainda carrega o status de atraente para os negócios, tanto para as empresas nacionais quanto para as estrangeiras interessadas em expandir e diversificar as áreas de investimento em outros países. Ainda assim, porém, a escassez de talentos e a produtividade aquém das médias obtidas em outros mercados emergentes dificultam uma equação linear no que diz respeito às políticas de recursos humanos.
Aumento dos salários x produtividade
O valor do salário real no Brasil apresentou um crescimento significativo, decorrente do aumento substancial do salário mínimo e da alta da inflação no ano de 2012. Entretanto, este crescimento está ligado a um cenário de queda na produtividade, implicando um custo maior à cadeia produtiva. Enquanto países como México e Chile desfrutam de uma relação positiva, no Brasil acontece o oposto (ver quadro abaixo).
O valor do salário real no Brasil apresentou um crescimento significativo, decorrente do aumento substancial do salário mínimo e da alta da inflação no ano de 2012. Entretanto, este crescimento está ligado a um cenário de queda na produtividade, implicando um custo maior à cadeia produtiva. Enquanto países como México e Chile desfrutam de uma relação positiva, no Brasil acontece o oposto (ver quadro abaixo).

Edson Cedraz, diretor da Deloitte
Segundo a pesquisa, foi percebido um aumento médio de 14,41% em relação às médias salariais da pesquisa divulgada em 2011. Apesar disso, tais índices não tiveram o retorno esperado no quesito produtividade.
Um total de 67% das empresas que participaram do estudo concedeu, no último ano, reajustes salariais acima da inflação. Para essas corporações, o percentual médio de aumento real concedido em 2012 foi de 2,41%. A área de engenharia foi a que mais apresentou crescimento salarial (22%), seguida da área industrial (20%).
Em Pernambuco, 66% das remunerações encontram-se acima da média do Nordeste. Já na Bahia, entre os cargos presentes na amostragem, 59% também se encontram acima da média. Nos demais Estados, a situação é inversa: 78% dos cargos estão abaixo da média da Região.
As empresas nordestinas estão otimistas quanto aos negócios
Os resultados da Pesquisa de Remuneração Nordeste 2013 demonstraram que 57% das empresas acreditam na melhoria e/ou expansão de seus negócios este ano. Nesse ponto, o nível de otimismo no Nordeste é igual ao das empresas do Sul/Sudeste.
As expectativas também são otimistas em relação aos indicadores de faturamento, margem de lucro, investimentos na empresa e na manutenção do nível de emprego, indicando uma tendência geral de estabilidade ou de crescimento dos negócios.

RH como catalisador de mudanças
Devido ao acelerado ritmo das mudanças no cenário empresarial, percebe-se que as organizações têm buscado programar mudanças fundamentais que assegurem sustentabilidade e rentabilidade para o negócio.
Devido ao acelerado ritmo das mudanças no cenário empresarial, percebe-se que as organizações têm buscado programar mudanças fundamentais que assegurem sustentabilidade e rentabilidade para o negócio.
Por essa razão, 80% das empresas participantes da pesquisa afirmaram que o principal esforço dos profissionais da área de Recursos Humanos neste ano reside em ajudar a empresa ou outras áreas nos processos de mudança organizacional, assumindo o papel de catalisador de mudanças, apoiando as empresas em sua jornada de evolução.
"Precisamos desenvolver a qualificação da mão de obra para mantermos nosso crescimento e atratividade", avalia Edson Cedraz. De acordo com a pesquisa, as principais mudanças devem ocorrer nas estruturas organizacionais das corporações, bem como numa reavaliação dos processos internos, de modo a otimizá-los com a implantação de maior eficiência nos sistemas de informação.

Também se apresentam como objetivos prioritários do RH o aperfeiçoamento dos sistemas de comunicação interno e a implantação e revisão de programas de treinamento e desenvolvimento. "O líder do setor precisa agir, cada vez mais, como estrategista e administrador, conduzindo não só as operações cotidianas, mas ajudando também a moldar e programar as estratégias do negócio" observa Cedraz.

Empresas devem investir no desenvolvimento dos profissionais
Como forma de responder à falta de mão de obra qualificada no mercado, 80% das empresas nordestinas afirmaram que os programas de treinamento e desenvolvimento receberão a maior parte dos investimentos da área de Recursos Humanos. Em 2011, as empresas pesquisadas destinaram 1,23% do seu faturamento líquido anual aos Programas de Treinamento e Desenvolvimento.
No entanto, para 2013, as empresas preveem um valor menor: 0,7% sobre o faturamento líquido anual. Este percentual se encontra abaixo do valor praticado pelo Sul e Sudeste, onde está previsto um investimento de 1% em 2013.
No que se refere às práticas de Recursos Humanos relacionadas à retenção de talentos, a maioria das empresas participantes afirmaram possuir programa com esta finalidade. Apesar disso, são mais frequentes no Nordeste as práticas incipientes, como Pesquisa de Clima Organizacional (82%) e Entrevista de Desligamento (58%). Este valor é semelhante ao resultado obtido na Pesquisa de Remuneração Sul/Sudeste, onde 88% das empresas apresentam, dentro das suas práticas de Recursos Humanos, programas relacionados à retenção de talentos.
Como forma de responder à falta de mão de obra qualificada no mercado, 80% das empresas nordestinas afirmaram que os programas de treinamento e desenvolvimento receberão a maior parte dos investimentos da área de Recursos Humanos. Em 2011, as empresas pesquisadas destinaram 1,23% do seu faturamento líquido anual aos Programas de Treinamento e Desenvolvimento.
No entanto, para 2013, as empresas preveem um valor menor: 0,7% sobre o faturamento líquido anual. Este percentual se encontra abaixo do valor praticado pelo Sul e Sudeste, onde está previsto um investimento de 1% em 2013.
No que se refere às práticas de Recursos Humanos relacionadas à retenção de talentos, a maioria das empresas participantes afirmaram possuir programa com esta finalidade. Apesar disso, são mais frequentes no Nordeste as práticas incipientes, como Pesquisa de Clima Organizacional (82%) e Entrevista de Desligamento (58%). Este valor é semelhante ao resultado obtido na Pesquisa de Remuneração Sul/Sudeste, onde 88% das empresas apresentam, dentro das suas práticas de Recursos Humanos, programas relacionados à retenção de talentos.
O percentual de cargos executivos ocupados por mulheres cresce em 2013
A Pesquisa de Remuneração identificou que a participação das mulheres nos cargos de gestão - Gerências e Diretorias - cresceu consideravelmente em 2013. Em média, em relação ao total de gerentes, 30% dos cargos de gerência são ocupados por mulheres. Em relação ao total de diretores, essa média percentual se repete: 30% dos cargos de diretoria são ocupados por elas. Em 2011, esta relação era de 26% para gerentes mulheres e de apenas 8% diretoras.
A Pesquisa de Remuneração identificou que a participação das mulheres nos cargos de gestão - Gerências e Diretorias - cresceu consideravelmente em 2013. Em média, em relação ao total de gerentes, 30% dos cargos de gerência são ocupados por mulheres. Em relação ao total de diretores, essa média percentual se repete: 30% dos cargos de diretoria são ocupados por elas. Em 2011, esta relação era de 26% para gerentes mulheres e de apenas 8% diretoras.

Assistência médico-hospitalar se consolida como benefício mais concedido
Outra maneira encontrada pelas organizações para aumentar a competitividade da sua remuneração se baseia no investimento em uma política de benefícios agressiva. A Pesquisa de Remuneração Nordeste 2013 analisou a prática de 20 benefícios na região: Assistência Médico-Hospitalar, Auxílio-Refeição, Estacionamento, Assistência Odontológica, Auxílio-Alimentação, Automóvel, Lazer, Idiomas, Auxílio-Educação, Auxílio-Doença, Seguro de Vida, Transporte, Auxílio-Ótica, Previdência Privada, Empréstimo, Ambulatório, Creche, Participação Acionária, Check-Up e Auxílio Farmácia.
Entre as empresas participantes, 57% concedem entre 5 e 9 benefícios aos seus funcionários. Destas, 11 empresas (27%) oferecem uma política de benefícios mais agressiva, concedendo mais de 10 benefícios aos seus colaboradores, independentemente do nível hierárquico.
O setor de Manufatura destaca-se como o mais competitivo em relação à quantidade de benefícios concedidos, uma vez que 47% das suas empresas fornecem mais de 10 benefícios aos colaboradores. Apesar de a região Nordeste estar em elevado crescimento econômico, ainda há certa disparidade em relação àquelas do Sul/Sudeste do Brasil quanto aos índices de concessão dos benefícios.
De acordo com a pesquisa, em média, 12% de benefícios são concedidos a mais pelas empresas do Sul e Sudeste do País, em detrimento das organizações do Nordeste. Os benefícios Assistência Médica, Estacionamento e Auxílio-Refeição apresentaram mais de 70% de concessão em todas as quatro edições da Pesquisa Nordeste. E, desde 2009, Seguro de Vida passou a ingressar no ranking dos mais concedidos. Estes benefícios são os quatro mais concedidos nas regiões Nordeste, Sul e Sudeste.
A Assistência Médico-Hospitalar se destacou como o benefício mais concedido, sendo fornecido por 95% das empresas pesquisadas. Em todas as edições anteriores da pesquisa, o benefício também se destacou como o mais concedido.
Entre as empresas participantes, 57% concedem entre 5 e 9 benefícios aos seus funcionários. Destas, 11 empresas (27%) oferecem uma política de benefícios mais agressiva, concedendo mais de 10 benefícios aos seus colaboradores, independentemente do nível hierárquico.
O setor de Manufatura destaca-se como o mais competitivo em relação à quantidade de benefícios concedidos, uma vez que 47% das suas empresas fornecem mais de 10 benefícios aos colaboradores. Apesar de a região Nordeste estar em elevado crescimento econômico, ainda há certa disparidade em relação àquelas do Sul/Sudeste do Brasil quanto aos índices de concessão dos benefícios.
De acordo com a pesquisa, em média, 12% de benefícios são concedidos a mais pelas empresas do Sul e Sudeste do País, em detrimento das organizações do Nordeste. Os benefícios Assistência Médica, Estacionamento e Auxílio-Refeição apresentaram mais de 70% de concessão em todas as quatro edições da Pesquisa Nordeste. E, desde 2009, Seguro de Vida passou a ingressar no ranking dos mais concedidos. Estes benefícios são os quatro mais concedidos nas regiões Nordeste, Sul e Sudeste.
A Assistência Médico-Hospitalar se destacou como o benefício mais concedido, sendo fornecido por 95% das empresas pesquisadas. Em todas as edições anteriores da pesquisa, o benefício também se destacou como o mais concedido.



O setor de Comércio apresenta a maior taxa de rotatividade
De acordo com os dados da Pesquisa de Remuneração Nordeste 2013, a taxa de rotatividade (turnover) média nas empresas nordestinas foi de 27% em 2012, enquanto que no Sul e Sudeste foi de 23%%. O segmento comércio apresentou a maior taxa de rotatividade no Nordeste (42%) e no Sul e Sudeste (40%).
De acordo com os dados da Pesquisa de Remuneração Nordeste 2013, a taxa de rotatividade (turnover) média nas empresas nordestinas foi de 27% em 2012, enquanto que no Sul e Sudeste foi de 23%%. O segmento comércio apresentou a maior taxa de rotatividade no Nordeste (42%) e no Sul e Sudeste (40%).
Salários do Nordeste cresceram acima da inflação
Entre os cargos que apresentaram amostra nas Pesquisas de Remuneração Nordeste 2011 e 2013, foi percebido um aumento médio de 14,41% em relação às médias salariais da pesquisa divulgada em 2011.
Um percentual de 67% das empresas concedeu reajustes salariais acima da inflação no último ano. Para essas empresas, o percentual médio de aumento real concedido em 2012 foi de 2,41%.
Entre os cargos que apresentaram amostra nas Pesquisas de Remuneração Nordeste 2011 e 2013, foi percebido um aumento médio de 14,41% em relação às médias salariais da pesquisa divulgada em 2011.
Um percentual de 67% das empresas concedeu reajustes salariais acima da inflação no último ano. Para essas empresas, o percentual médio de aumento real concedido em 2012 foi de 2,41%.
Entre as áreas pesquisadas, o maior crescimento salarial foi percebido na área de Engenharia. Destaque para os cargos de engenheiro de obras, que apresentaram os maiores crescimentos salariais no período de maio de 2011 a junho de 2013.

A segunda maior evolução está relacionada aos cargos na área Industrial. Destaque para o Supervisor de Armazenagem e Expedição, que apresentou crescimento salarial de 110% entre maio de 2011 e junho de 2013. Os cargos de Assistente de Importação/Exportação e Desenhista também figuraram entre as posições com maior crescimento salarial no período, com 90% e 83%, respectivamente, de crescimento salarial.

Diretor-presidente é o cargo mais bem pago em todas as regiões pesquisadas, apresentando salário total de R$ 45.980,00 no Nordeste e de R$ 72.394,00 nas regiões Sul e Sudeste. No entanto, em relação à Pesquisa de Remuneração Nordeste 2011, houve um decréscimo de aproximadamente 3% na média salarial deste cargo.
Entre os cargos com menor remuneração no Nordeste, destaca-se o de Auxiliar de Armazenagem, com salário de R$ 725,00. Este cargo não figura na lista de posições com menor remuneração no Sul e Sudeste. Nessas regiões, seu salário é 73% maior que o valor praticado no Nordeste (R$1.250,83).

De modo geral, os salários praticados nas regiões Sul e Sudeste encontram-se, em média, 48% acima dos valores do Nordeste.
A maior diferença é encontrada no Nível Diretoria e no Nível Operacional, nos quais os salários do Sul e Sudeste são, em média, 49% e 45%, respectivamente, superiores às remunerações da Região Nordeste.

Pernambuco apresenta salários superiores à média do Nordeste
O Estado de Pernambuco apresentou salários superiores à média de mercado, mantendo a posição alcançada na Pesquisa de Remuneração 2011. Entre os cargos que apresentaram amostra em Pernambuco, 66% encontram-se acima da média do Nordeste. Entre eles, 80 cargos (29%) contam com salários 10% acima da média do Nordeste, sendo a maior diferença a do cargo de Consultor Interno de Recursos Humanos, cujo salário é 67% superior à média da Região. Em segundo lugar, encontra-se o de Analista de Administração de Vendas Júnior, com salário total 64% superior aos demais Estados do Nordeste.
Por outro lado, 34% dos cargos que apresentaram amostra em Pernambuco encontram-se abaixo da média salarial da Região. Destaque para o de Técnico de Enfermagem – Unidade Aberta, que, em Pernambuco, apresenta salário 50% inferior aos valores praticados nos demais Estados nordestinos. O segundo lugar pertence ao Fisioterapeuta – Unidade Aberta, cujo salário médio encontra-se 47% inferior aos demais Estados.
De modo geral, percebe-se que o crescimento econômico vivenciado pelo Nordeste e, de forma mais enfática, por Pernambuco, apresenta desdobramentos nas políticas de recursos humanos das empresas. Neste cenário de desenvolvimento, Pernambuco manteve a sua competitividade salarial perante o mercado do Nordeste, colocando-se em posição mais confortável para a atração e retenção de bons profissionais no Estado.
Sobre a Pesquisa Remuneração Nordeste 2013
O Estado de Pernambuco apresentou salários superiores à média de mercado, mantendo a posição alcançada na Pesquisa de Remuneração 2011. Entre os cargos que apresentaram amostra em Pernambuco, 66% encontram-se acima da média do Nordeste. Entre eles, 80 cargos (29%) contam com salários 10% acima da média do Nordeste, sendo a maior diferença a do cargo de Consultor Interno de Recursos Humanos, cujo salário é 67% superior à média da Região. Em segundo lugar, encontra-se o de Analista de Administração de Vendas Júnior, com salário total 64% superior aos demais Estados do Nordeste.
Por outro lado, 34% dos cargos que apresentaram amostra em Pernambuco encontram-se abaixo da média salarial da Região. Destaque para o de Técnico de Enfermagem – Unidade Aberta, que, em Pernambuco, apresenta salário 50% inferior aos valores praticados nos demais Estados nordestinos. O segundo lugar pertence ao Fisioterapeuta – Unidade Aberta, cujo salário médio encontra-se 47% inferior aos demais Estados.
De modo geral, percebe-se que o crescimento econômico vivenciado pelo Nordeste e, de forma mais enfática, por Pernambuco, apresenta desdobramentos nas políticas de recursos humanos das empresas. Neste cenário de desenvolvimento, Pernambuco manteve a sua competitividade salarial perante o mercado do Nordeste, colocando-se em posição mais confortável para a atração e retenção de bons profissionais no Estado.
Sobre a Pesquisa Remuneração Nordeste 2013
A Pesquisa de Remuneração Nordeste 2013 teve a participação de 55 empresas que apresentam operações na Região, abrangendo os segmentos Manufatura, Comércio, Infraestrutura, Saúde e Serviços. A maior parte das empresas pesquisadas é de grande porte (60%) e apresenta capital nacional (80%).
Entre as 37 empresas sediadas ou com filiais em Pernambuco, 60% (22 empresas) são de grande porte e 80% (30 empresas) apresentam capital nacional, estando assim distribuídas conforme os setores econômicos: 35% (13 empresas) no segmento Serviço, 30% (11 empresas) no setor de Manufatura, 19% (7 empresas) no ramo de Infraestrutura, 13% (5 empresas) atuam no setor Comércio e 3% (1 empresa) na área de Saúde. Desta forma, entre as empresas de Pernambuco, destaca-se o setor de Serviços (35%), enquanto no mercado geral a maior concentração refere-se ao ramo de Manufatura, contemplando 31% das organizações pesquisadas.



Adicionalmente, a Deloitte publicou, em São Paulo, a 22ª edição da Pesquisa de Remuneração, contemplando informações relacionadas ao mercado Sul/Sudeste. Na edição de 2013, a pesquisa teve a participação de 129 empresas.
O entendimento das tendências e práticas de Recursos Humanos no Sul e Sudeste, alinhado às informações obtidas sobre o Nordeste, permite a comparação entre os mercados e o entendimento do posicionamento da nossa região.
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